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Alfabetização emocional e as competências do futuro

Atualizado: 31 de ago. de 2021

Quando falamos de competências do futuro e futuro do trabalho devemos considerar a valorização da autenticidade nas relações de trabalho. Diversas empresas já vêm adotando práticas que incentivam que os colaboradores deem vazão às suas emoções e se expressem como são, como indivíduo, em sua totalidade. Aquela história que vida pessoal fica fora do trabalho já não funciona mais. 


Independente de formarmos seres humanos para o mercado de trabalho do futuro, temos o compromisso, como pais ou cuidadores, de alfabetizá-los emocionalmente, formando assim adultos psicologicamente saudáveis, mais confiantes e com mais autocontrole. Se já é complexo para os adultos reconhecerem, expressarem e lidarem com suas emoções, imagine para as crianças e adolescentes. 


A educação emocional é um processo contínuo e permanente que constitui o desenvolvimento da personalidade, que por sua vez constitui-se pelo desenvolvimento emocional e pelo desenvolvimento cognitivo. 


A alfabetização emocional pode ser inserida naturalmente na rotina das crianças, não somente a partir de nossas expressões faciais, gestos, tons de voz e palavras que usamos, como também a partir de atividades que estimulem o desenvolvimento emocional, como a leitura, filmes, música e dança. Explorar esses momentos para evidenciar emoções que foram detectadas e questioná-las sobre o que estão sentindo, são atitudes simples que estabelecerão maior conexão entre pais e filhos e criarão um ambiente seguro para que as emoções possam ser expressadas.


A inteligência emocional é apenas uma das competências do futuro que já começam a ser requisitadas por empresas que investem e incentivam a inovação, promovem ambientes saudáveis de trabalho, prezando também pelo bem-estar dos colaboradores. Ao falarmos de alfabetização emocional, estamos falando não somente do desenvolvimento da inteligência emocional, como também em apoiá-los na capacidade de entender e reconhecer suas emoções e saber administrá-las, ou seja, reconhecer como elas podem ser expressas.


Emoções fazem parte do ser humano, e desenvolvê-los nesse sentido os tornará adultos mais empáticos, resilientes, capazes de construir relações sociais saudáveis, o que é um dos pilares que contribuirá para que se tornem adultos felizes. 


Créditos: Katherine Sorroche é mãe da Alice, Psicóloga, Coach de Carreira e Propósito. Desenvolve consultoria e palestras sobre Parentalidade e Carreira, Futuro do Trabalho e Felicidade no Trabalho, com o propósito de tornar as empresas mais preparadas para acolher os novos profissionais, e preparar os profissionais a fazerem gestão estratégica de sua carreira. Também apoia mulheres em seu desenvolvimento pessoal e redescoberta profissional após a maternidade com programas coaching individual e workshops. Atuou por mais de 15 anos em Recursos Humanos, em posições de liderança apoiando profissionais no desenvolvimento de suas competências.

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