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Amizades na adolescência: vínculos que também ensinam

há 1 dia
2 min de leitura

Por Simone Freitas, coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental Anos Finais, do Colégio Marista Arquidiocesano


Poucas coisas têm tanto peso na adolescência quanto a sensação de pertencer. Nessa fase, amizades, grupos e relações de confiança ajudam na construção da identidade, da autoestima e da segurança emocional. Por isso, olhar para os vínculos estabelecidos na escola também é uma forma de compreender o desenvolvimento dos estudantes.


O Setembro Amarelo amplia essa reflexão ao colocar em evidência a importância do cuidado com a saúde emocional. Mais do que abordar o tema apenas em momentos de dificuldade, a campanha pode ser uma oportunidade para fortalecer relações, estimular a escuta e construir ambientes em que crianças e adolescentes se sintam acolhidos, respeitados e seguros para pedir ajuda.


Na comunidade escolar, esses vínculos ganham uma dimensão particular. Em colégios nos quais muitos estudantes iniciam a trajetória ainda na infância e permanecem juntos por vários anos, as relações acompanham diferentes fases do crescimento. São amizades construídas entre mudanças de ciclo, descobertas, desafios acadêmicos e transformações pessoais.


No Colégio Marista Arquidiocesano, por exemplo, muitos estudantes convivem desde os primeiros anos da vida escolar e chegam juntos à adolescência e ao Ensino Médio. Ao longo desse percurso, colegas tornam-se referências uns para os outros, compartilham interesses, dúvidas e expectativas sobre o futuro. Essas trocas podem aparecer também nas escolhas de áreas de interesse, cursos universitários e na própria construção dos projetos de vida.


A amizade, nesse sentido, também é um espaço de descoberta. Ao conversar, observar diferentes perspectivas e dividir experiências, o adolescente amplia seu repertório e passa a compreender melhor quem é, o que valoriza e quais caminhos deseja seguir.


Ao mesmo tempo, as relações escolares podem ser atravessadas por conflitos, exclusões e situações de bullying. Quando humilhações, provocações ou isolamento se tornam recorrentes, os impactos podem atingir o bem-estar, a participação em sala de aula e a própria relação do estudante com a escola.


Por isso, prevenir o bullying também passa pelo fortalecimento dos vínculos. Rodas de conversa, projetos coletivos, acompanhamento dos educadores e espaços de escuta contribuem para desenvolver empatia, respeito às diferenças e responsabilidade sobre o impacto das próprias atitudes.


Amizade também é aprendizagem. Ao conviver, cooperar, discordar, estabelecer limites e acolher o outro, adolescentes desenvolvem competências que levam para além da escola. O Setembro Amarelo reforça essa perspectiva: cuidar da saúde emocional também significa construir ambientes em que cada estudante possa sentir que pertence, é ouvido e encontra relações significativas para atravessar o presente e pensar o próprio futuro.



Saiba mais sobre o Colégio Marista Arquidiocesano


O Colégio Marista Arquidiocesano, em São Paulo, oferece uma formação integral — humana, acadêmica, esportiva, cultural e espiritual — que prepara crianças e jovens para serem protagonistas do próprio aprendizado e agentes de transformação no mundo. Com uma proposta pedagógica que valoriza a curiosidade, a criatividade e a autonomia, o Marista Arqui atende alunos desde a Educação Infantil 1 até o Terceirão (3ª série do Ensino Médio). A escola conta com uma das infraestruturas mais completas da cidade: são mais de 38 mil m² de área construída, com ambientes projetados para promover experiências significativas de aprendizagem.


Para ler depoimentos, ver mensalidade e qualificações e ter acesso a informações completas sobre o Colégio Marista Arquidiocesano, acesse o comparador de escolas da SchoolAdvisor. Clique aqui.


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